quarta-feira, 20 de junho de 2007

escrever é confissão.

Gabriel Perissé.

"Naquilo que escrevemos surge o nível do nosso preenchimento, da nossa profundidade, da nossa capacidade de matar a sede do mundo. O texto é a confissão do nosso grau de maturidade. Na medida em que assimilei tudo o que vi e vivi, escrever é abrir as comportas. Confidenciar-me em público. Ou, como dizia o poeta Mário Quintana, numa entrevista: 'Eu nunca escrevi uma vírgula que não fosse confessional'".

Nenhum comentário:

Postar um comentário