segunda-feira, 7 de abril de 2008

igreja e o século 21.

"...as igrejas evangélicas estão se distanciando do protestantismo quando tiram o eixo da pregação do Evangelho e colocam a ênfase na bênção. Essa é uma mensagem antropocêntrica. "Apregoa-se que Deus tem uma bênção para sua vida. Isso é um desvio crasso da nossa herança protestante. O cerne do Evangelho é a busca da justiça, não é bênção. A ênfase é proclamar a justiça de Deus.


...as igrejas estão se transformando em centros de neurolinguística com verniz evangélico.


...pressão do fundamentalismo, do legalismo e dos processos de recrudescimento dogmático...


...diante das incertezas, diante da vulnerabilidade, há a perigosa tendência de se resvalar para um pragmatismo que desconsidera os valores espirituais e éticos, para um utilitarismo que utiliza o raciocínio do sucesso como padrão -- 'se minha Igreja está lotada, se cresce, está dando certo', diz essa perigosa forma de pensar. "Cemitério também cresce", alertou Gondim.


...Você foi chamado para ser fiel, não para dar certo. Temos que devolver a Deus o centro da nossa pregação. Religião não existe para te fazer bem. O que está em jogo não é nossa felicidade, nosso bem estar, mas como nós entendemos a glória de Deus. Prega-se que Deus está a serviço do ser humano. Os pregadores perguntam O que Deus pode fazer por você. Esse é um desvio da mentalidade cristã do primeiro século.

As pessoas passam a amar a Deus por aquilo que ele dá, não pelo que Ele é. Esse é o problema de se pregar antropocentricamente."



Ricardo gondim em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293

Nenhum comentário:

Postar um comentário