"Perguntam sobre a minha tristeza e respondo: ela é filha das decepções, mas a mãe dos vários eus que precisaram nascer para minha sobrevivência. Mia Couto escreveu: “Eu somos tristes. Não me engano, digo bem. Ou talvez: nós sou triste? Porque dentro de mim, não sou sozinho. Sou muitos. E esses todos disputam minha única vida. Vamos tendo nossas mortes. Mas parto foi só um. Aí, o problema. Por isso, quando conto a minha história me misturo, mulato não de raças, mas de existências”. "
Em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=66&sg=0&id=1851
sexta-feira, 9 de maio de 2008
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