quinta-feira, 29 de novembro de 2007

qe.quociente emocional - inteligência emocional.

Estudos das emoções e sentimentos pessoais, sociais e culturais.
A Inteligência Emocional se divide em Inteligência Emocional Interpessoal e Inteligência Emocional Intrapessoal.
Daniel Goleman.


Emocional vem do latim emovere, que significa "pôr para fora"
Inteligência é do latim intelegere, que significa "pôr para dentro"
Ler dentro, intuir, interlegere. Ler dentro.

tatuagem.

Chico Buarque - Ruy Guerra


"Quero ficar no teu corpo feito tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava
Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem
E nos músculos exaustos do teu braço
Repousar frouxa, murcha, farta
Morta de cansaço
Quero pesar feito cruz nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem
Quero ser a cicatriz risonha e corrosiva
Marcada a frio, a ferro e fogo
Em carne viva
Corações de mãe
Arpões, sereias e serpentes
Que te rabiscam o corpo todo
Mas não sentes"


æb

virtude não acontece por acaso.

Fernando Savater em "Ética para meu Filho"

"Ninguém recebe de presente a boa vida humana e ninguém consegue o que lhe convém sem coragem e esforço: por isso, virtude deriva etmologicamente de 'vir', a força viril do guerreiro que se impõe no combate contra a maioria".

balada para giorgio armani.

Zeca Baleiro.

"Eu sinto medo na longa estrada
O medo é a moda desta triste temporada"

minha casa.

Zeca Baleiro

"é mais fácil cultuar os mortos que os vivos
mais fácil viver de sombras que de sóis
é mais fácil mimeografar o passado
que imprimir o futuro
não quero ser triste
como o poeta que envelhece
lendo maiakóvski na loja de conveniência
não quero ser alegre
como o cão que sai a passear com o seu dono alegre
sob o sol de domingo
nem quero ser estanque
como quem constrói estradas e não anda
quero no escuro
como um cego tatear estrelas distraídas
amoras silvestres no passeio público..."

telegrama.

Zeca Baleiro.

"Eu tava triste tristinho mais sem graça que a top model magrela na passarela
(...)
hoje eu acordei com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia de beijar o português da padaria"
momento Zeca Baleiro...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Tristeza = do Lat. tristitia. / s. f., qualidade ou estado de triste; consternação; dó; aspecto que revela mágoa ou aflição; melancolia; angústia.


Decepção = do Lat. deceptione, engano. / s. f., acto ou efeito de enganar; surpresa desagradável; logro; desilusão.


Frustração = ato ou efeito de frustrar. / do Lat. frustrare. / v. tr., iludir a expectativa de; defraudar; enganar; baldar; inutilizar; / v. refl., malograr-se; ficar sem efeito; não suceder (aquilo que se esperava).

terça-feira, 27 de novembro de 2007

oscar wilde.

"As nossas tragédias são sempre de uma profunda banalidade para os outros."

mais um pensamento do pe. antônio vieira.

No Sermão da Segunda Dominga do Advento, Vieira afirmou que antes quisera ver-se acusado do demônio do que julgado de homens:

"Porque os demônios apenas acusam as obras e palavras, ao passo que o homem julga e condena até os mais íntimos pensamentos, muito embora os não possa conhecer. No juízo de Deus as nossas obras defendem-nos, no juízo dos homens o maior inimigo que temos são as nossas boas obras. Não há maior delito no mundo do que o ser melhor. Um grande delito mais vezes achou piedade; um grande merecimento nunca lhe faltou a inveja. No juízo de Deus perdoam-se os pecados como fraquezas; no juízo dos homens castigam-se as valentias como pecados. Deus vos livre de vossas obras, e muito mais das grandes, pois muito mais seguro é ir com pecados ao juízo de Deus, que com milagres ao juízo dos homens! Em Deus há misericórdia, na inveja não há perdão."

das ilusões.

Mario Quintana.

"Meu saco de ilusões, bem cheio tive-o. Com ele ia subindo a ladeira da vida.
E, no entretanto, após cada ilusão perdida...Que extraordinária sensação de alívio."

uma afirmação dura de lya luft.

Lya Luft

"Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, política. Não estamos nem aí. Botamos tapa-olhos para não enxergar o que se passa, vestimos máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira para ficar em forma. Mas, individualmente, temos medo e solidão". (Lya Luft na sua página Ponto de Vista da Revista Veja de 28 de abril de 2004).

Algumas coisas mexem com a gente. Não decidimos por isso. Não as controlamos ou as racionalizamos. Elas continuam lá dentro...fazendo-se sentir. Tapamos os olhos para não ver, tapamos os ouvidos para não saber, tapamos a boca para não problematizar. Estas coisas acontecem. Passa uma, vem outra. É inerente ao ser humano. O sentimento. A sensibilização. A fraqueza. A emoção. E o que fazemos? Ignoramos. Sim, tentamos ignorar. Porque não conseguiríamos seguir em paz se assim não o fizéssemos. É muita pobreza, covardia, corrupção, embaraço, inversão de valores, crueldades, crimes, desigualdades, guerras, inutilidades, superficialidades, para se encarar tudo e ser feliz... E seguimos praticando e ignorando, praticando e ignorando, praticando e ignorando...vivendo! é “preciso” ser cínico. *Nojo* -isabelle.

a miséria e o meu olhar.

Ricardo Gondim

"A riqueza não olha a miséria, mas a miséria olha a riqueza. Não olho para não sentir culpa, ou para não ferir meu universo estético em que a miséria é um fator de desarmonia. A miséria não é plástica. A miséria nos lembra de que a desgraça existe, e que, por conseguinte, a morte também existe. Como quero esquecer a morte, não olho o menino [mendigo]". (Arnaldo Jabor em Os Canibais Estão na Sala de Jantar - Editora Siciliano)

oscar wilde.

"Os pequenos atos de cada dia fazem ou desfazem o caráter".

dimensões simultâneas.

Dietrich Bonhoeffer.

"Aos poucos a gente aprende a distanciar-se interiormente das ameaças à vida, ou melhor, 'distanciar-se', soa negativo demais, formal demais, artifícial demais, estóico demais; na verdade, o mais correto é dizer que a gente integra as ameaças diárias na totalidade da sua vida. ...há muito poucas pessoas que conseguem abrigar diversas coisas ao mesmo tempo dentro de si; quando vêm os bombardeiros, elas são só medo; quando há algo bom para comer, são só avidez; quando algum desejo é frustrado, são só desespero; quando alguma coisa dá certo, não vêem mais outra coisa. Elas passam ao largo da plenitude da vida e da integralidade de sua existência própria; tudo que é objetivo e subjetivo desfaz-se em fragmentos. O cristianismo, em contrapartida, coloca-nos em diversas dimensões da vida simultaneamente; abrigamos, por assim dizer, Deus e o mundo inteiro dentro de nós. Choramos com os que choram e, ao mesmo tempo, alegramo-nos com os alegres".

amor.

Rubem Alves

"Amamos a bela cena antes de amar a pessoa. Por isto que Santo Agostinho dizia, em suas Confissões: 'Antes que te conhecesse eu já te amava'. Somos amantes muito antes de nos encontrarmos com a mulher ou com o homem que será o objeto do nosso amor. Somos como a criancinha que já ama o seio mesmo antes do primeiro encontro. Sua memória poética sabe que ele existe. A alma é uma coleção de belos quadros adormecidos, os seus rostos envolvidos pela sombra. Sua beleza é triste e nostálgica porque, sendo moradores da alma, sonhos, eles não existem do lado de fora. Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto (ou será apenas uma voz, ou uma maneira de olhar, ou um jeito da mão...) que, sem razões, faz a bela cena acordar. E somos possuídos pela certeza de que este rosto que os olhos contemplam é o mesmo que, no quadro, está escondido pela sombra. O corpo estremece. Está apaixonado."

sou.

Sou a que sorri... leve, intenso
Mas que no mundo já chorou, já sofreu, já calou
Sou aquela que fala e de quem se fala
A que não sabe o que quer neste mundo tão vasto de ai meu Deus
Com várias e nenhuma consciência dentro de mim
Sou, com orgulho de ser

cristianismo. em "sujeito e sociedades complexas".

Jung Mo Sung

"Cristianismo não é uma proposta de sair do mundo, das contradições e possibilidades inerentes à condição humana, mas, pelo contrário, é a de amar a nossa condição humana e a de viver a liberdade e o amor dentro dos limites do condicionamento humano. É a experiência do definitivo, do absoluto, no interior da provisoriedade da história humana. É proposta de fé em um Deus que se esvaziou da sua divindade e se fez humano, se fez servo (cf. Fl 2,7). Este é o escândalo do cristianismo!"
"Não se pode viver sem amor, e essa fraqueza é nossa força, e essa força - o poder de amar: o desejo, o conatus, a alegria - é a única fraqueza que vale." Em ricardo gondim.

a quem devemos temer. em "os miseráveis".

Victor Hugo

"Nunca devemos ter medo de ladrões ou assassinos. São perigos externos e os menores que existem. Temamos a nós mesmos.Os preconceitos é que são os ladrões; os vícios é que são os assassinos. Os grandes perigos estão dentro de nós. Que importância tem aquele que ameaça a nossa vida ou a nossa fortuna? Preocupemo-nos com o que põe em perigo a nossa alma".

lembranças do mato grosso.

Márcio De Camilo

"Lembrança matogrossense
Saudade do meu lugar
A vida foi companheira
Mas sinto a falta do meu lar
Todo filho parte um dia
Dizendo não mais voltar
Mas certo eles virão
Na glória, tristeza ou paz
Meus olhos não vão segurar
As lágrimas querem levar
Os cílios da saudade
De um homem que não quer chorar
Corpo molhado, dinheiro suado
Mato Grosso eu chego já
Se o tempo mudar, vou me refrescar
Me espere ainda hoje por lá"

c.s.lewis.

"Mera mudança não é crescimento. Crescimento é a síntese de mudança econtinuidade, e onde não há continuidade não há crescimento".

peito vazio.

Cartola e Elton Medeiros

"Nada consigo fazer quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração, sinto a alma deserta
Um vazio se faz em meu peito"

amizade sincera.

Renato Teixeira

"Amizade sincera é um santo remédio
É um abrigo seguro
É natural da amizade
O abraço, o aperto de mão, o sorriso
Por isso se for preciso
Conte comigo, amigo disponha
Lembre-se sempre que mesmo modesta
Minha casa será sempre sua Amigo, os verdadeiros amigos
Do peito, de fé
Os melhores amigos
Não trazem dentro da boca
Palavras fingidas ou falsas histórias
Sabem entender o silêncio
E manter a presença mesmo quando ausentes
Por isso mesmo apesar de tão raro
Não há nada melhor do que um grande amigo"

a experiência de Deus.

Juan Antonio Estrada

"A experiência religiosa revela de que maneira o homem percebe a divindade. Jamais podemos falar de Deus como ele é em si mesmo, e sim do modo como nós o percebemos. Só podemos falar de Deus de acordo com a experiência que temos dele".

paradoxo perene.

Ricardo Gondim Rodrigues

"Sou um paradoxo perene
Ambíguo e bifurcado
Padeço e peço:
Piedade, pai poderoso".

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ando devagar.

almir sater.

"Ando devagar porque já tive pressa,
E levo esse sorriso, porque já chorei demais,
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe,
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou
Nada sei, conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs.
È preciso amor pra poder pussar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir.
Penso que cumprir a vida, seja simplesmente
Compreender a marcha, ir tocando em frente,
Como um velho boiadeiro, levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,
Estrada eu sou, conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças,
È preciso amor pra puder pussar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora,
Cada um de nos compõe a sua historia, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz,conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças,
È preciso amor pra puder pussar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa,
E levo esse sorriso, porque já chorei demais,
Cada um de nos compõe a sua historia, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz"

mais um verão.

almir sater e paulo simões.

"(...)Por moedas de ouro e prata
Quanta gente ainda se mata, ai, ai
Eta velho mundo louco
Quer se destruir
Aconteça pois assim(...)"

arnaldo jabor.

"A política está tão repulsiva que vou falar de sexo". Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha?
As mulheres não são mais para amar; nem para casar. São para "ver". Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes?
Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados. As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das "mulheres-liquidificador".
O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser (meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "Valentina", a "Barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.


Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há. Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos do mesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.
A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres. Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: superobjetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro. São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades. Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são "areia demais para qualquer caminhãozinho".
Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas,engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.
Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis.
Ah, que saudades dos tempos das "bundinhas e peitinhos" "normais" e "disponíveis"... Pois bem, com certeza a televisão tem criado "sonhos de consumo" descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor (eu). Mas ainda existem mulheres de verdade. Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem "dentro de casa", o seu trabalho. E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um "chato" ou um "cara metido a intelectual".
Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails) românticos. Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Beegees ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha)... mas é tão bom!!! Namorar escutando estas musiquinhas tranqüilas.
Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" o papo deve ser do tipo: - "meu"... o meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil!." - "Ah meu...o meu personal Trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica". E a música??? Só se for o último sucesso "(????)" dos Travessos ou Chama-chuva..." e o "Vai Serginho"???...
Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos!! Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza!! Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza.
E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês "malharem" e ficarem iguais à feiticeira, fiquem... Igual a Feiticeira dos seriados de TV: Façam-os sumirem da sua vida !!!"

jorge luis borges.

"Feliz aquele que não insiste em ter razão, porque ninguém tem ou todos têm.
Feliz aquele que perdoa aos outros e aquele que perdoa a si mesmo".

coisificação.

Odeio rótulos, estereótipos e taxações. Eles limitam as pessoas. Reduzem as pessoas.
A partir do momento em que você rotula alguém como tal coisa, você impede que a pessoa fuja daquilo. Você materializa a pessoa. Você coisifica a pessoa. Impede-se que o outro seja outra coisa além daquilo. Afinal, ela “É” aquilo. Se, por exemplo, alguém é sempre taxado de irresponsável, embora não o seja em todos os momentos, quem o confiará algo que necessite de responsabilidade?
O que quero dizer é que isso é maléfico às pessoas. Inclusive pedagogicamente – é péssimo! As pessoas ficam com baixa auto-estima, inseguras e passam a realmente acreditar naquela afirmação. Não dizem que uma mentira dita cem vezes é tida como uma verdade? Pois bem, não tenho nada de saber científico a respeito do assunto, mas ouso afirmar que em algum nível de consciência da pessoa, devido à freqüência de ocorrências em que é taxada, ela acaba por acreditar veementemente naquilo e não vê oportunidade de mudança. As pessoas não lhe dão crédito. As pessoas merecem confiança, respeito, oportunidade. Não repúdio e execração. Não só isso ou aquilo.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

vulgaridade.

A vulgaridade é relativa? Ela está no ato de quem a pratica ou nos olhos de quem vê?
Alguém já se sentiu vulgar? Quem é vulgar sente-se ou sabe-se vulgar ou só quem não o é que sofre por esta falta de escrúpulos realizada em um determinado momento?
Ser vulgar por um instante é o bastante para ser considerada uma pessoa vulgar? Por que o outro que não conheço considero vulgar e um amigo, numa mesma atitude não o é? O amigo eu entendo, sei de seus motivos, rio de suas atitudes...mas ele continua sendo vulgar. Não???
Quais são os motivos para se chegar a isso? A vulgaridade é reflexo de impurezas? Desejos internos?
O que preciso saber é apenas que ela não serve para mim, definitivamente...