7 Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe com coração contente o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras.
9 Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
"Como suportar em mim este estranho? Este estranho que eu mesmo era para mim? Como não o ver? Como não o conhecer? Como ficar para sempre condenado a levá-lo comigo, em mim, à vista dos outros e no entanto invisível para mim?"
Em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=71&sg=0&id=1834
Em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=71&sg=0&id=1834
sexta-feira, 18 de abril de 2008
a condição humana.
"...NO INSTANTE em que uma boa obra se torna pública e conhecida, perde o seu caráter específico de bondade, de não ter sido feita por outro motivo além do amor à bondade. Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: "Não dês esmolas perante os homens, para seres visto por eles". A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zelozo membro da Igreja. Daí: "Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita". "
Hannah Arendt em "A condição humana", Editora Forense Universitária, p.85.
Hannah Arendt em "A condição humana", Editora Forense Universitária, p.85.
terça-feira, 15 de abril de 2008
milagre e fé II.
"os silêncios divinos não são descaso ou desamparo, mas a condição, o jeito, como Deus soberanamente organizou o mundo."
"se todos os acidentes fossem “evitáveis”, o livre arbítrio humano ficaria anulado."
"Desejo advertir as pessoas que organizam a vida esperando possíveis milagres e dizer que terão enormes chances de se frustrarem. Temo que se decepcionem com Deus, com o que se entende por fé e com a vida."
"Fé é uma aposta de que a sabedoria divina, com seus princípios e verdades, basta para que enfrentar os percalços e tragédias da vida."
"Assim, convido os que já sofreram para que olhem a vida como uma maratona. Para vencê-la, socorros sobrenaturais não são essenciais. Jesus de Nazaré não evitou a cruz e, por isso, triunfou. A mensagem do Evangelho não promete imunidade ou alívio das tribulações, mas bom ânimo; o frágil Carpinteiro venceu na hora mais desolada."
Ricardo Gondim em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=61&sg=0&id=1828
"se todos os acidentes fossem “evitáveis”, o livre arbítrio humano ficaria anulado."
"Desejo advertir as pessoas que organizam a vida esperando possíveis milagres e dizer que terão enormes chances de se frustrarem. Temo que se decepcionem com Deus, com o que se entende por fé e com a vida."
"Fé é uma aposta de que a sabedoria divina, com seus princípios e verdades, basta para que enfrentar os percalços e tragédias da vida."
"Assim, convido os que já sofreram para que olhem a vida como uma maratona. Para vencê-la, socorros sobrenaturais não são essenciais. Jesus de Nazaré não evitou a cruz e, por isso, triunfou. A mensagem do Evangelho não promete imunidade ou alívio das tribulações, mas bom ânimo; o frágil Carpinteiro venceu na hora mais desolada."
Ricardo Gondim em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=61&sg=0&id=1828
desejos sem reparação.
"Sedes tornam-se impronunciáveis; sentimentos, incomunicáveis; angústias, imperceptíveis. E a vida escorre pela calçada quente."
Ricardo Gondim, em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=68&sg=0&id=1827
Ricardo Gondim, em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=68&sg=0&id=1827
sexta-feira, 11 de abril de 2008
intenções.
"Os que andam com segundas intenções não conseguem enganar ninguém. Está na cara...
O perigo mesmo - porque é invisível - está nos que têm terceiras intenções."
Mário Quintana.
O perigo mesmo - porque é invisível - está nos que têm terceiras intenções."
Mário Quintana.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
"Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;"
Filipenses 2:14,15
contenda = s. f.,/ ação de contender; luta, briga; discussão, controvérsia, debate, contenção; esforço para conseguir alguma coisa.
Filipenses 2:14,15
contenda = s. f.,/ ação de contender; luta, briga; discussão, controvérsia, debate, contenção; esforço para conseguir alguma coisa.
onipotência, milagre e vida.
"Deus é onipotente. Aliás, não crer na onipotência divina seria igual a desacreditar na própria existência de uma divindade – um deus sem poder não é Deus. Milagres acontecem. Não crer em milagres seria igual a desacreditar na possibilidade das ações divinas. – um deus imóvel é um absurdo conceitual."
"...o sujeito religioso deve conceber a sua existência com expectativa de intervenções sobrenaturais? Deve-se procurar reverter o diagnóstico de uma doença terminal pela oração? Um fiel deve apelar para Deus se quiser ganhar um litígio judicial? Um pastor deve ensinar que a vida só será possível com constantes intervenções de Deus? As pessoas experimentam “upgrades”, levam vantagem sobre os demais, quando obedecem aos mandamentos?"
"É função do pastor ajudar as pessoas a viverem com fé, mesmo quando não existe a possibilidade de milagre. Diferente do paganismo, a cosmovisão cristã convoca que se confie em Deus para enfrentar as contingências da vida com coragem. Nesse conceito, fé não antecipa prodígios sobrenaturais. Os cristãos parecem, entretanto, carminhar noutra direção; urge que se resignifique fé.
Fé não se limita a acreditar em acontecimentos extraordinários..."
"A questão é se Deus quer que a vida humana se organize com ocasionais intervenções suas. Proponho que não. Ninguém deve viver ou preparar-se para enfrentar o “dia mal” (Efésios 6.13) com expectativa de que virão auxílios sobre-humanos aliviando o sofrimento."
"Portanto, se e quando acontece algum milagre, com certeza não vem como resposta de oração – qualquer mérito anula a graça e as suas intervenções não visam abençoar os “eleitos” – já que não faz acepção de pessoas.
As intervenções divinas, se e quando acontecem, estão ligadas a a um propósito eterno do coração de Deus e as pessoas não têm qualquer ingerência sobre elas - milagres são mistérios.
Fé pode ser compreendida como coragem existencial. No reconhecimento de que a vida é imprevisível, fé aposta nos valores do Evangelho; que suas verdades e princípios são suficientes para enfrentar a vida com tudo o que acontecer de bom ou de ruim. Fé é um convite a confiar no propósito eterno de Deus - Ele quer ter uma família com filhos parecidos com Jesus de Nazaré.
A religiosidade que promove a expectativa de livramentos tem sido responsável por processos de infantilização; homens e mulheres, acreditando que a história ficará diferente com milagres são impedidos de iniciativas transformadoras.
Eu creio em milagres, mas não espero por eles; celebro a onipotência, mas recuso-me a apelar para qualquer força que me dê vantagem sobre os outros; não nego a soberania de Javé, mas não acredito que a vida esteja presa a trilhos inexoráveis; oro, mas não entendo que a função da prece se restrinja a “conseguir mais bênção”.
Fé é aceitar o desafio de viver como ovelha no meio de lobos; enfrentar um mundo cheio de tribulações; "receber bom testemunho, sem, no entanto, receber o que havia sido prometido" (Hebreus 11.39).
“Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras, mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação” (Habacuque 3.17)."
Ricardo Gondim. Em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=61&sg=0&id=1818
"...o sujeito religioso deve conceber a sua existência com expectativa de intervenções sobrenaturais? Deve-se procurar reverter o diagnóstico de uma doença terminal pela oração? Um fiel deve apelar para Deus se quiser ganhar um litígio judicial? Um pastor deve ensinar que a vida só será possível com constantes intervenções de Deus? As pessoas experimentam “upgrades”, levam vantagem sobre os demais, quando obedecem aos mandamentos?"
"É função do pastor ajudar as pessoas a viverem com fé, mesmo quando não existe a possibilidade de milagre. Diferente do paganismo, a cosmovisão cristã convoca que se confie em Deus para enfrentar as contingências da vida com coragem. Nesse conceito, fé não antecipa prodígios sobrenaturais. Os cristãos parecem, entretanto, carminhar noutra direção; urge que se resignifique fé.
Fé não se limita a acreditar em acontecimentos extraordinários..."
"A questão é se Deus quer que a vida humana se organize com ocasionais intervenções suas. Proponho que não. Ninguém deve viver ou preparar-se para enfrentar o “dia mal” (Efésios 6.13) com expectativa de que virão auxílios sobre-humanos aliviando o sofrimento."
"Portanto, se e quando acontece algum milagre, com certeza não vem como resposta de oração – qualquer mérito anula a graça e as suas intervenções não visam abençoar os “eleitos” – já que não faz acepção de pessoas.
As intervenções divinas, se e quando acontecem, estão ligadas a a um propósito eterno do coração de Deus e as pessoas não têm qualquer ingerência sobre elas - milagres são mistérios.
Fé pode ser compreendida como coragem existencial. No reconhecimento de que a vida é imprevisível, fé aposta nos valores do Evangelho; que suas verdades e princípios são suficientes para enfrentar a vida com tudo o que acontecer de bom ou de ruim. Fé é um convite a confiar no propósito eterno de Deus - Ele quer ter uma família com filhos parecidos com Jesus de Nazaré.
A religiosidade que promove a expectativa de livramentos tem sido responsável por processos de infantilização; homens e mulheres, acreditando que a história ficará diferente com milagres são impedidos de iniciativas transformadoras.
Eu creio em milagres, mas não espero por eles; celebro a onipotência, mas recuso-me a apelar para qualquer força que me dê vantagem sobre os outros; não nego a soberania de Javé, mas não acredito que a vida esteja presa a trilhos inexoráveis; oro, mas não entendo que a função da prece se restrinja a “conseguir mais bênção”.
Fé é aceitar o desafio de viver como ovelha no meio de lobos; enfrentar um mundo cheio de tribulações; "receber bom testemunho, sem, no entanto, receber o que havia sido prometido" (Hebreus 11.39).
“Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras, mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação” (Habacuque 3.17)."
Ricardo Gondim. Em: http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=61&sg=0&id=1818
ricardo barbosa.espiritualidade.
"Há uma diferença entre a espiritualidade que se tem buscado e a espiritualidade que deveríamos buscar. A que se tem buscado, como já disse, é subjetiva, narcisista, intimista, verticalista e auto-centrada. Ela acontece de forma espasmódica, às vezes num culto, ou numa reunião, mas tem pouca ou nenhuma relação com a totalidade da vida e do Evangelho. A que deveríamos buscar é aquela que nos é proposta nas Escrituras. Em primeiro lugar ela é trinitária, ou seja, nos envolve na comunhão com o Pai através do Filho no poder do Espírito Santo. É também cristocêntrica: tem como ponto de partida a conversão a Cristo, o ser nova criatura, que nos envolve em um processo dinâmico e contínuo de transformação a sua imagem, mantendo os olhos voltados para a cruz e a ressurreição. É fundamentada nas Escrituras e não nos sentimentos subjetivos e abstratos do espírito pós-moderno. É também comunitária, construída ao redor dos sacramentos onde o pão e o vinho são símbolos e prenúncio da vida comum que temos em Cristo e do Reino que há de vir. E, por fim, é missionária, porque acontece no mundo onde somos chamados para servir em obediência, sacrifício e amor."
Em: http://www.mundocristao.com.br/noticiasdet.asp?cod_not=15
Em: http://www.mundocristao.com.br/noticiasdet.asp?cod_not=15
segunda-feira, 7 de abril de 2008
amar a Deus por aquilo que Ele é, não pelo que ele dá.
"As pessoas passam a amar a Deus por aquilo que ele dá, não pelo que Ele é. Esse é o problema de se pregar antropocentricamente.
Segundo Ricardo Gondim os pregadores de hoje têm dificuldades em pregar o evangelho para pessoas que sentem que a religião não faz sentido na vida delas. Há pessoas que sentem não "precisar de Jesus", enquanto outras buscam a Igreja apenas para satisfação de suas necessidades pessoais. Contudo, o papel da Igreja não é pregar satisfação às pessoas, mas anunciar o nome Santo do Senhor Jesus, o seu Reino e a sua Justiça. "Não importa se você precisa ou não. Eu vim anunciar um Deus maravilhoso, que é Jesus de Nazaré"
"Precisamos voltar a conhecer Deus não por aquilo que ele nos dá, mas pelo que Ele é". Lembrando do texto de Jó, ele disse que os sofrimentos impostos a Jó tinham uma razão clara: insultar a Deus. O insulto de Satanás foi: tu compras o amor de Jó, ele não te serve de graça".
Ao finalizar a sua palestra, Ricardo Gondim convidou todas as pessoas a se perguntar: "Qual é base do nosso amor a Deus?". O amor de Jó não estava baseado no que Deus lhe dava. No capítulo 19, em meio ao seu sofrimento, ele faz uma das mais belas proclamações de fé da Bíblia: "Contudo, eu sei que meu Redentor vive." "
Ricardo Gondim, em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
Segundo Ricardo Gondim os pregadores de hoje têm dificuldades em pregar o evangelho para pessoas que sentem que a religião não faz sentido na vida delas. Há pessoas que sentem não "precisar de Jesus", enquanto outras buscam a Igreja apenas para satisfação de suas necessidades pessoais. Contudo, o papel da Igreja não é pregar satisfação às pessoas, mas anunciar o nome Santo do Senhor Jesus, o seu Reino e a sua Justiça. "Não importa se você precisa ou não. Eu vim anunciar um Deus maravilhoso, que é Jesus de Nazaré"
"Precisamos voltar a conhecer Deus não por aquilo que ele nos dá, mas pelo que Ele é". Lembrando do texto de Jó, ele disse que os sofrimentos impostos a Jó tinham uma razão clara: insultar a Deus. O insulto de Satanás foi: tu compras o amor de Jó, ele não te serve de graça".
Ao finalizar a sua palestra, Ricardo Gondim convidou todas as pessoas a se perguntar: "Qual é base do nosso amor a Deus?". O amor de Jó não estava baseado no que Deus lhe dava. No capítulo 19, em meio ao seu sofrimento, ele faz uma das mais belas proclamações de fé da Bíblia: "Contudo, eu sei que meu Redentor vive." "
Ricardo Gondim, em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
igreja e o século 21.
"...as igrejas evangélicas estão se distanciando do protestantismo quando tiram o eixo da pregação do Evangelho e colocam a ênfase na bênção. Essa é uma mensagem antropocêntrica. "Apregoa-se que Deus tem uma bênção para sua vida. Isso é um desvio crasso da nossa herança protestante. O cerne do Evangelho é a busca da justiça, não é bênção. A ênfase é proclamar a justiça de Deus.
...as igrejas estão se transformando em centros de neurolinguística com verniz evangélico.
...pressão do fundamentalismo, do legalismo e dos processos de recrudescimento dogmático...
...diante das incertezas, diante da vulnerabilidade, há a perigosa tendência de se resvalar para um pragmatismo que desconsidera os valores espirituais e éticos, para um utilitarismo que utiliza o raciocínio do sucesso como padrão -- 'se minha Igreja está lotada, se cresce, está dando certo', diz essa perigosa forma de pensar. "Cemitério também cresce", alertou Gondim.
...Você foi chamado para ser fiel, não para dar certo. Temos que devolver a Deus o centro da nossa pregação. Religião não existe para te fazer bem. O que está em jogo não é nossa felicidade, nosso bem estar, mas como nós entendemos a glória de Deus. Prega-se que Deus está a serviço do ser humano. Os pregadores perguntam O que Deus pode fazer por você. Esse é um desvio da mentalidade cristã do primeiro século.
As pessoas passam a amar a Deus por aquilo que ele dá, não pelo que Ele é. Esse é o problema de se pregar antropocentricamente."
Ricardo gondim em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
...as igrejas estão se transformando em centros de neurolinguística com verniz evangélico.
...pressão do fundamentalismo, do legalismo e dos processos de recrudescimento dogmático...
...diante das incertezas, diante da vulnerabilidade, há a perigosa tendência de se resvalar para um pragmatismo que desconsidera os valores espirituais e éticos, para um utilitarismo que utiliza o raciocínio do sucesso como padrão -- 'se minha Igreja está lotada, se cresce, está dando certo', diz essa perigosa forma de pensar. "Cemitério também cresce", alertou Gondim.
...Você foi chamado para ser fiel, não para dar certo. Temos que devolver a Deus o centro da nossa pregação. Religião não existe para te fazer bem. O que está em jogo não é nossa felicidade, nosso bem estar, mas como nós entendemos a glória de Deus. Prega-se que Deus está a serviço do ser humano. Os pregadores perguntam O que Deus pode fazer por você. Esse é um desvio da mentalidade cristã do primeiro século.
As pessoas passam a amar a Deus por aquilo que ele dá, não pelo que Ele é. Esse é o problema de se pregar antropocentricamente."
Ricardo gondim em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
pós-modernidade.
"A modernidade se fortalece na Revolução Francesa, na Revolução Industrial, no positivismo otimista que crê no progresso, que acredita que as possibilidades do ser humano são infinitas; no marxismo que promete um paraíso na terra, no capitalismo que promete a acessibilidade dos bens de consumo. Essas são as grandes avenidas da modernidade.
...
Se a atitude era otimista na modernidade, na pós ela é no mínimo cínica. Acreditava-se que o Estado laico seria o árbitro das injustiças sociais. Na pós-modernidade, o Estado precisa ser enxugado, pois é visto como lento e corrompível."
Ricardo gondim em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
...
Se a atitude era otimista na modernidade, na pós ela é no mínimo cínica. Acreditava-se que o Estado laico seria o árbitro das injustiças sociais. Na pós-modernidade, o Estado precisa ser enxugado, pois é visto como lento e corrompível."
Ricardo gondim em: http://2re.metodista.org.br/index.jsp?conteudo=6293
martin luther king junior.
"Dr. King não temeu expor-se ao ódio dos abjetos; nunca se curvou perante estruturas preconceituosas que se alimentam dos esgotos da discriminação; jamais gaguejou enquanto pregava os valores mais nobres do Reino de Deus; não se limitou a defender orgânica ou corporativamente os afro-descendentes estadunidenses.
..."
em:
..."
em:
sexta-feira, 4 de abril de 2008
hipocrisia.
"SER DESMASCARADO é uma derrota, mas desmascarar-se é uma vitória.... O hipócrita, sendo perverso completo, tem em si os dois pólos da perversidade. De um lado é padre, do outro cortesão. O seu sexo de demônio é duplo. O hipócrita é o horrível hermafrodita do mal. Fecunda-se a si próprio; gera-se transforma-se. Queres vê-lo formoso? Olha-o. Queres vê-lo horrível? Vira-o."
Victor Hugo em "Os trabalhadores do mar" - tradução de Machado de Assis, Editora Nova Alexandria, p. 159.
Victor Hugo em "Os trabalhadores do mar" - tradução de Machado de Assis, Editora Nova Alexandria, p. 159.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
oscar niemeyer.
“The date is not important. The age is not important. Time is not important. Life is very fleeting. It’s important to be gentle and optimistic. We look behind and think what we’ve done in this life has been good. It was simple; it was modest. Everyone creates their own story and moves on. That’s it. I don’t feel particularly important. What we create is not important. We’re very insignificant.”
A data não é importante. A idade não é importante. O tempo não é importante. A vida é muito fugaz. É importante ser gentil e otimista. A gente olha para o que passou e pensa no que fizemos de bom em nossas vidas. Foi uma vida simples, foi modesta. Cada um cria a sua história e segue adiante. É isso. Eu não me sinto importante em especial. O que criamos não é importante. A gente é muito insignificante.
por Niemeyer ao The Times
A data não é importante. A idade não é importante. O tempo não é importante. A vida é muito fugaz. É importante ser gentil e otimista. A gente olha para o que passou e pensa no que fizemos de bom em nossas vidas. Foi uma vida simples, foi modesta. Cada um cria a sua história e segue adiante. É isso. Eu não me sinto importante em especial. O que criamos não é importante. A gente é muito insignificante.
por Niemeyer ao The Times
quarta-feira, 2 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
elogio.
Esses dias eu encontrei um conhecido. Um amigo, um querido. Sim, apenas amigo. E uma das primeiras coisas que ele me disse: “Isa, como você está bonita!” O que fazer diante desta situação? O que responder, pergunto-me eu. Ao invés de um simples agradecimento, eu disse: “Imagine, eu estou um caco!” Sim, pois era assim que estava me sentindo desde que acordei naquele dia e me olhei no espelho. Suja, com o cabelo meio desengonçado sem corte e oleoso, com a cara inchada, cheia de espinhas e manchas. Estava me sentindo péssima. E o meu amigo me elogiou. Após anos sem nos vermos, ele solta essa. Eu deveria achar bom, ter gostado e ponto. Mas não foi bem assim. Gostei. Claro. Mas pelo fato de essa mesma situação ter se repetido outro par de vezes, veio-me um pensamento mais forte na hora: “Como será que eu era na época de colégio (em que nos conhecemos)? Como será que eles me viam? Será que eu era muito pior do que aquele dia em que estava me sentindo um bagaço?” Foi um baque. Não me via daquele jeito aquela época. Achava que dava pro gasto. É...nem sempre somos aquilo que achamos que somos e nem sempre sabemos o que o outro pensa ao nosso respeito.
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