quarta-feira, 7 de novembro de 2012

...ativou uma dorzinha interna que há muito procurava esconderijo...
Naquele tempo a gente era infinito. Nada nos detia. Tínhamos o mundo todo pra gente e todo o tempo do mundo. O mundo era da cor que a gente queria. Íamos até as estrelas e todo mundo via a gente lá e também queriam ir pra lá. Tínhamos uma aura reluzente... Hoje depois de um tempo, olho praquele tempo e sinto um vazio. Sinto que deixei um pedaço muito importante dessa luz por lá. Não é mais possível recuperá-la. Mas a minha vontade é que eu nunca deixe de enxergá-la...ela de certa forma me norteia e me mostra de onde eu vim, onde já estive e toda a história e descobertas feitas. Sei muito menos de mim sem sua luz. O farol já não ilumina mais a estrada... Esses dias me perdi... Quanto de você em mim... Metade de mim é presente, metade é saudade. Metade de mim é fé, metade é medo. Metade de mim é riso, metade é silêncio. Metade de mim é vontade, metade de mim é cansaço. Sou alguém inundada de sentimentos e emoções e saudades e medos... Falta...das conversas, da sensibilidade, do etéreo, da simplicidade...de tantas coisas... Que quem tanto amei para sempre seja muito bem amado e valorizado.

vazio eterno.

Não é que eu quisesse estar contigo...não é sobre isso... Mas é porque de alguma forma você deixou um vazio em mim... E que por diversas vezes faz um eco doloroso aqui dentro.. Não poderia explicar. Não racionalmente. Há que se entender com a alma..com o coração.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

simplicidade.



Quero a delícia de sentir as coisas mais simples.

[Manuel Bandeira]